<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7870100</id><updated>2011-04-21T11:46:22.170-07:00</updated><title type='text'>Porva, porque expródi</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mazzaropi.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mazzaropi.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Seco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07321229917909000137</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>9</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7870100.post-112144103998947253</id><published>2005-07-15T08:23:00.000-07:00</published><updated>2005-07-15T08:24:00.000-07:00</updated><title type='text'>Verborréia da inocência</title><content type='html'>Quando há pouco pude notar que já não tinha mais o que dizer, ele ainda continuou a falar. A sua defesa contra os meus argumentos estavam aquém da minha capacidade de ataque; e, portanto, fora do meu alcance.  Porque, como todos sabem, o sub argumento é uma arma forte nestas terras, em que o joelho é a única solução pra os problemas imanentes: Ajoelha e reza!&lt;br /&gt; Ainda a falar, ele fez-se em um solilóquio contrário às nossas expectativas e começou a aula. O assunto era muito breve, por demais, mas a profundidade abordada nos impeliu a repensar nossa pequenez. &lt;br /&gt; Tratava-se do constrangimento do leitor, frente à impotência do escritor que não utiliza dos métodos adequados da escrita. E para especificar melhor o tema, o mestre não se esquivou de nos respaldar com exemplos da vida real. E assim começa, de fato, o que se pode chamar de narrativa fiel:&lt;br /&gt; “Silêncio, silêncio. Bem, hoje vamos falar de algo que não custa muito para aprender. A citação bibliográfica. A etiqueta devida do bom pesquisador científico, no campo jurídico. Afinal, quando alguém  é convidado para uma festa, temos as roupas apropriadas a maneira de se portar e tudo mais. E o que é a citação? A colher, os modos? Não é colher, nem tampouco os modos. É , vale dizer, a própria consideração maior que o escritor deve ter para com o leitor. E isso não sou eu que digo, quem diz são os especialistas. Quem mais apropriado para falar sobre tal e tal assunto, senão um especialista. Daí, a importância de se especializar em uma área. Seja ela civil, direito romano, direito maometano ou penal. Todos criticam a especialidade, mas de onde vem o dinheiro dos advogados criminais? Isso ninguém fala nada. &lt;br /&gt; ‘Todavia, dizem os especialistas, não podemos nos ater ao que dizem os leitores populares. Devemos, vale dizer, escrever para o meio científico jurídico, com as devidas expressões. Por isso, o método de citação bibliográfica que usamos é o franco-prussiano-itálico-romano-neolandês do século XX, senão seria o método americano. E americano não é franco-prussiano-itálico-romano-neolandês do século XX. &lt;br /&gt; ‘Quando morei em terras franco-prussiano-itálico-romano-neolandêsas pude notar que todos seguem o mesmo método e os que tentam coisas diversas não têm valor algum. Mas alguém poderia dizer: Ah! Ma’como? Se fosse assim, Picasso não teria valor nenhum? Mas se vocês observarem os primeiros quadros dele vocês verão que, no começo, os quadros eram tradicionais. Para quê? Ora, para mostrar que ele sabia o b à ba. Só depois ele podia fazer os quadros diferentes. Primeiro, façam o que dizem os especialistas, só depois vocês podem ser livres. Só quem é um Pontes de Miranda pode inovar. Senão vocês seguirão o método brasileiro. Sabem qual é o método brasileiro? É de fazer a citação da maneira que der na telha. Meu Deus!!! Como pode existir isso? Há autores que fazem verdadeiras devastações inúteis ao meio ambiente. Estes autores deviam fazer um favor para a natureza e parar de destruir florestas para publicar seus livros, que não seguem os especialistas. Parecem que nunca ouviram a frase de Edgar Allan Poe, após a Segunda Guerra Mundial, diante do Holocausto de Waterloo: “99% transpiração, 1% inspiração”.&lt;br /&gt;‘Trazendo para o nosso caso, para quem não entendeu: o que faz um trabalho é o esforço em fazer citações corretas, jamais sem ponto final entre palavras, que faz um grande trabalho, com leituras dos livros que se deve ler na língua original. Afinal, traductore, traidore, como dizem os franco-prussiano-itálico-romano-neolandêses. Quando vejo um livro sem citações corretas, já o fecho e jogo-o fora para que ninguém corra o risco de lê-lo. Já pensaram, ao ler uma nota de rodapé, ver um ponto final entre o nome do autor e nome da obra? O que o leitor fala: Ma’como? Acabou? Já devo ira para outra linha? E o leitor perdido fecha o livro, deixa sua coluna ereta e recomeça a sua vida, achando que aquele ponto final era o fim de tudo.&lt;br /&gt;‘Isso me lembra quando conheci o prédio dos especialistas. Fica além mar, lá nas terras franco-prussiano-itálico-romano-neolandêsas. Lá eu descobri muitas coisas. Uma delas, vale dizer, foi o problema dos fichamento. No começo, eu me perdia com o número de fichas os assuntos e tópicos a desenvolver. Não é fácil o método clássico de fichamento. Por isso, acabei criando o método meu de fichamento. E não é que para surpresa minha, depois de dez anos lendo sobre o assunto eu descobri que já tinha o método? Chama-se método clássico adaptado. Constitui na utilização de um número de doze canetinhas hidrocores para rotular todas as fichas. O número doze é essencial. Quem faz com um número diferente não deve ser levado a sério. Primeiro, deve-se selecionar as cores, e aí temos a maior adaptação deste método: as canetinhas podem ter as cores que o pesquisador mais desejar. Após, deve-se escrever em cada ficha um tópico, que lhe vier à cabeça, mas cada tópico deve ser selecionado de acordo com uma e somente uma cor de caneta. Assim temos doze tópicos que serão parafraseados, de acordo com o assunto. E sempre deve ser assim, de uma tese de iniciação até uma tese de doutorado.&lt;br /&gt;‘Mas como eu estava falando, os especialistas. Eles têm um prédio que podemos encontrá-los e conversar com eles sobre os mais diversos assuntos, referentes aos projetos. O assunto que sempre fica em pauta, por lá, é o da utilidade das togas na produção científica jurídica. Por isso, aqui eu queria instaurar a obrigatoriedade da toga entre os alunos e professores.&lt;br /&gt;‘Mas a questão da toga não encerra aí não. Não, a questão é mais profunda. Trata-se de saber qual o método mais adequado de utilizá-las. Nos meus estudos sempre tive esta preocupação, mas os especialistas potencializam isso para um nível que eu não me arrisco. Prefiro o método clássico. Quando eles se sentam em seus tronos mal podemos vê-los. Mas o que eu pude ouvir lá foi muito forte. Eles me disseram que o fim de uma faculdade está nesta vestimenta. De fato, eles têm toda a razão. Já pensaram qual seria o fim de nós? Um deles, o especialista mor, fechou o punho e deu-lhe contra a mesa, só de pensar na possibilidade de ver um jurista que não use mais as reais vestimentas talares. Ele disse: “Ali reside o universo: o fim, o meio e o começo de tudo”.&lt;br /&gt;Com toda a metodologia científica exposta, o professor trancou a sala e pôs-se a correr até chegar à sua sala, que fica no térreo da nossa faculdade. E genuflectido, em sua sala, frente ao livro começara a rezar. Para surpresa de qualquer leitor, o livro girou noventa graus para a direita e a parede atrás dele se abriu, tal qual uma porta. Até onde é possível narrar, via-se um grupo de gigantescos senhores, todos de toga, a venerarem algo que minha mente não consegue expressar, pelo menos não em palavras. &lt;br /&gt;Com medo, o professor correu até um dos senhores e perguntou:&lt;br /&gt;- Falei demais?&lt;br /&gt;- Falou. &lt;br /&gt;- Qual será meu fim?&lt;br /&gt;O silêncio foi mais forte que as palavras dos senhores e a parede se fechou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7870100-112144103998947253?l=mazzaropi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default/112144103998947253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default/112144103998947253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mazzaropi.blogspot.com/2005/07/verborria-da-inocncia.html' title='Verborréia da inocência'/><author><name>Seco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07321229917909000137</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7870100.post-111989836185792146</id><published>2005-06-27T11:00:00.000-07:00</published><updated>2005-06-27T11:52:41.876-07:00</updated><title type='text'>O silêncio como melhor amigo do homem</title><content type='html'>Para ser fiel ao meu lema, um tanto quanto axiomático.&lt;br /&gt;(...)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7870100-111989836185792146?l=mazzaropi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default/111989836185792146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default/111989836185792146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mazzaropi.blogspot.com/2005/06/o-silncio-como-melhor-amigo-do-homem.html' title='O silêncio como melhor amigo do homem'/><author><name>Seco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07321229917909000137</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7870100.post-111963221861945907</id><published>2005-06-24T09:46:00.000-07:00</published><updated>2005-06-24T09:56:58.626-07:00</updated><title type='text'>CHEGAMOS NO MEIO DOS TEMPOS</title><content type='html'>TCHAU: &lt;br /&gt;The End&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This is the end&lt;br /&gt;Beautiful friend&lt;br /&gt;This is the end&lt;br /&gt;My only friend, the end&lt;br /&gt;Of our elaborate plans, the end&lt;br /&gt;Of everything that stands, the end&lt;br /&gt;No safety or surprise, the end&lt;br /&gt;I'll never look into your eyes...again&lt;br /&gt;Can you picture what will be&lt;br /&gt;So limitless and free&lt;br /&gt;Desperately in need...of some...stranger's hand&lt;br /&gt;In a...desperate land ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lost in a Roman...wilderness of pain&lt;br /&gt;And all the children are insane&lt;br /&gt;All the children are insane&lt;br /&gt;Waiting for the summer rain, yeah&lt;br /&gt;There's danger on the edge of town&lt;br /&gt;Ride the King's highway, baby&lt;br /&gt;Weird scenes inside the gold mine&lt;br /&gt;Ride the highway west, baby&lt;br /&gt;Ride the snake, ride the snake&lt;br /&gt;To the lake, the ancient lake, baby&lt;br /&gt;The snake is long, seven miles&lt;br /&gt;Ride the snake...he's old, and his skin is cold&lt;br /&gt;The west is the best&lt;br /&gt;The west is the best&lt;br /&gt;Get here, and we'll do the rest&lt;br /&gt;The blue bus is callin' us&lt;br /&gt;The blue bus is callin' us&lt;br /&gt;Driver, where you taken' us ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The killer awoke before dawn, he put his boots on&lt;br /&gt;He took a face from the ancient gallery&lt;br /&gt;And he walked on down the hall&lt;br /&gt;He went into the room where his sister lived, and...then he&lt;br /&gt;Paid a visit to his brother, and then he&lt;br /&gt;He walked on down the hall, and&lt;br /&gt;And he came to a door...and he looked inside&lt;br /&gt;"Father ?", "yes son", "I want to kill you"&lt;br /&gt;"Mother...I want to...fuck you"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C'mon baby, take a chance with us X3&lt;br /&gt;And meet me at the back of the blue bus&lt;br /&gt;Doin' a blue rock, On a blue bus&lt;br /&gt;Doin' a blue rock, C'mon, yeah&lt;br /&gt;Kill, kill, kill, kill, kill, kill&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This is the end, Beautiful friend&lt;br /&gt;This is the end, My only friend, the end&lt;br /&gt;It hurts to set you free&lt;br /&gt;But you'll never follow me&lt;br /&gt;The end of laughter and soft lies&lt;br /&gt;The end of nights we tried to die&lt;br /&gt;This is the end&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7870100-111963221861945907?l=mazzaropi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default/111963221861945907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default/111963221861945907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mazzaropi.blogspot.com/2005/06/chegamos-no-meio-dos-tempos.html' title='CHEGAMOS NO MEIO DOS TEMPOS'/><author><name>Seco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07321229917909000137</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7870100.post-110986960660350250</id><published>2005-03-03T09:40:00.000-07:00</published><updated>2005-03-03T10:06:46.606-07:00</updated><title type='text'>Liame deôntico</title><content type='html'>Qual é o sentido de tamanho pedantismo? Talvez sentido não seja a palavra que os mais preciosistas usariam, mas coube bem. Anteontem, na aula de tributário, o nosso ilustre mestre proferiu com o maior descaso a assertiva título deste texto:&lt;br /&gt;"Relação deôntica". Como pensou tanto para dizer isso. Os alunos, sem muito entender, engoliram mais essa para o seu vocabulário jurídico. Todavia, qual é o risco a que nos aventuramos ao deixar que o pedantismo ( ou pedância], para os feudais) seja parte integrante de nossa rotina?&lt;br /&gt;   A resposta é bem clara. As palavras perdem o sentido,como a própria palavra sentido. Nada mais sem sentido que uma discussão jurídica sobre a justiça, com o seguinte título: " O sentido da justiça, de acordo com a função social do jurista no terceiro milênio - um visão para além do discurso". &lt;br /&gt;   Seria ( ou já foi, posto que me escapa a memória se já existiu algum debate com este título) o nada puro. E ainda dizem, os maiores filósofos, que não há como o nada existir.É, eles tem razão. Mas ele pode não existir, mas que há o nada, há.&lt;br /&gt;   Agora, voltando para o tema principal: o risco da falta de sentido. É esse risco que nos depararemos no ano seguinte. As teses de láureas serão o golpe final em todo o nosso repertório de sentido. Muitos de nós irão tombar, outros já tombaram há tempos, deveras. Eu acho que a minha limitação intelectual não me permnitirá a fala sem sentido. Porque, mesmo que eu seja espiritualista, filósofo, inútil, sempre fui do que é concreto, material. Mas é claro que posso conseguir atingir o patamar da falta de sentido, se me esforçar&lt;br /&gt;   Ainda assim, resta expresso o que é tudo isso: um mero liame deôntico estabelecido para que possamos pensar de modo menos penoso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7870100-110986960660350250?l=mazzaropi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default/110986960660350250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default/110986960660350250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mazzaropi.blogspot.com/2005/03/liame-dentico.html' title='Liame deôntico'/><author><name>Seco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07321229917909000137</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7870100.post-109328181837316952</id><published>2004-08-23T10:12:00.000-07:00</published><updated>2004-09-02T11:43:01.446-07:00</updated><title type='text'>Pipabaguígrafo</title><content type='html'>O som parece de difícil acesso para uma boa e tranqüila pronúncia, mas a palavra acima referida é muito agradável de se pronunciar. Ela também não significa nada, é um mero trava-língua. Por que eu escrevi isso? Será que é falta de assunto? Será que o meu cérebro nunca serviu para nada mesmo. NÃO!!! Eu faço isso em protesto. Um protesto contra a falta de coragem de muitos leitores deste blog, que permanecem escondidos por detrás de estantes de livros das bibliotecas da vida, comendo pastéis e usando livros para se limpar. Cadê? Ora, se este blog não é bom para vc, saia dele, ninguém o quer por aqui. Vou contar uma história para que todos possam se entreter um pouco. Mais um relato sobre a SECOlÂndia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As míseras traças daqueles livros, encharcados por lembranças desagradáveis, fizeram daquele momento um corte na vida de Meriã. Porque Meriã não era guerreiro ou espadaúdo como os heróis gregos e srs de desejos. Seu corpo era franzino e muito semelhante a sua condição psíquica. Até onde ele poderia se lembrar, cabia em suas histórias de vida apenas aquele livro comido pelo tempo, ou a sua ausência. Por razões desconcertantes, alguém o libertou daquele instante de corte perene e começara a narrar para ele o que poderia ser feito de sua vida.&lt;br /&gt;      -As expectativas das soluções do seu caso são raras. Nunca soube de nada que conseguisse resolver seu problema. Mas pode ficar tranqüilo, ainda nos resta a esperança, ouviu contentemente Meriã.&lt;br /&gt;       - É grave, mas alguns testes podem nos mostrar o caminho a seguir, disse o Dr. Breno.&lt;br /&gt;Para aquele corpo leve e delicado os sons que o tocaram não poderiam ser pior, compaixões seriam lhe adiadas e comentários de ordinária responsabilidade seriam tecidos. Mesmo assim, Meriã pode convencer o seu corpo a entender o que a sua alma já havia percebido há tempos: de fato, o que estava escrito na capa daquele livro era somente um trava língua.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7870100-109328181837316952?l=mazzaropi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default/109328181837316952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default/109328181837316952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mazzaropi.blogspot.com/2004/08/pipabagugrafo.html' title='Pipabaguígrafo'/><author><name>Seco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07321229917909000137</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7870100.post-109276259543273877</id><published>2004-08-17T10:03:00.000-07:00</published><updated>2004-08-17T10:09:55.433-07:00</updated><title type='text'>Do erro</title><content type='html'>Deixei o outro post apagado e não o recuperei...&lt;br /&gt;Espero que me perdoem, porque eu me sinto como um nada diante de Elza Butox&lt;br /&gt;&lt;img scr="http://geocities.yahoo.com.br/gliterrock/indexpics/ziggy/Ima192.jpg"&gt;&lt;br /&gt;a mais rigorosa entre todos os pensadores epistemológicos.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7870100-109276259543273877?l=mazzaropi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default/109276259543273877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default/109276259543273877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mazzaropi.blogspot.com/2004/08/do-erro.html' title='Do erro'/><author><name>Seco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07321229917909000137</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7870100.post-109207814419001315</id><published>2004-08-09T11:50:00.000-07:00</published><updated>2004-08-10T11:32:27.613-07:00</updated><title type='text'>FoFoCa</title><content type='html'>Devido à ausência completa de comentários neste ínterim, vou escrever um post que seja mais divertido.&lt;br /&gt;FOFOCA, todo mundo adora. Todos sabem o que ocorreu nestas férias? Meu Deus, foi o maior Ó. A bonitinha Britney Spears não só deu uma de desbundada, como também de despeitada nestas férias. Fotos exclusivas do mazzaropi.blogspot.com comprovam a presença da mais alta concentração de celulite nas regiões das nádegas. Ora, isso é o que tange à desbundada; agora no que tange a sua condição de vagabunda mor: fotos de um free lancer da &lt;a href="http://www.mazzaropi.blogspot.com"&gt;www.mazzaropi.blogspot.com&lt;/a&gt; do Brasil (marca registrada) mostram a sua mão na região genital de seu namorado.&lt;br /&gt;Ninguém tem nada a ver com isso, é claro. Mas se tornou parte de nossa vida a partir do momento em que ela o fez em frente de sua sacada para uma dezena de fotógrafos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai, essa BRitney.&lt;br /&gt;Agora notícias da San Fran.&lt;br /&gt;Wally foi flagrado com rapaz do DI!!! A notícia e velha, mas sempre é bom lembrar que estes óculos modernosos não escondem nada!!! O metrossexualismo é imperante na FACUL, parece que está na moda o homem se cuidar e cois e tal. Ainda sou das antigas, daqueles que gosta de ficar domingo vendo jogo e bebendo cerveja (na verdade, lendo qualquer bobeira). As fofocas não param, o site &lt;a href="http://www.mazzaropi.blogspot.com"&gt;www.mazzaropi.blogspot.com&lt;/a&gt; do Brasil confirma que declaração de Pedro Lüders é a seguinte: "Gostaria de ser filho de Stephanie e Otávio". Parece que ele sofre de carência e depressão e passa momentos difíceis em sua casa em Atibaia, a ilha de BUNDAS. Ainda jornalistas do &lt;a href="http://www.mazzaropi.blogspot.com"&gt;www.mazzaropi.blogspot.com&lt;/a&gt; internacional viram travesti Shirley Fogosa conversando com Isabel. Ë parece verdade que ela vendeu namorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente, dignidade JÁ!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o fechamento deste blog nenhuma pessoa nos ligou. Tanto empresários das figuras como elas próprias.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7870100-109207814419001315?l=mazzaropi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default/109207814419001315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default/109207814419001315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mazzaropi.blogspot.com/2004/08/fofoca.html' title='FoFoCa'/><author><name>Seco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07321229917909000137</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7870100.post-109207666964496976</id><published>2004-08-09T11:17:00.000-07:00</published><updated>2004-08-09T11:37:49.643-07:00</updated><title type='text'>Considerando...</title><content type='html'>            Eu considero que o antigo post fora por demais subjetivo e técnico, em outras palavras: usei termos que são de uma conotação própria para quem estuda o que eu estudo sob o ponto de vista meu. Enfim, escrevi para mim mesmo. Para tanto, vou começar esta vida de posts explicando o que escrevi de forma precisa e poética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, como é impossível não se ater  à ordem, ao &lt;strong&gt;processo&lt;/strong&gt;, a qualquer regra de performance. A memória mesma é uma prova cabal disso: no simples ato de lembrar, há uma ordem (feita por nós) que nos permite identificar tudo. É claro que não quero me livrar de tudo isso, mas demonstrar que isso é tão verdade que não somente é predominante como é essencial para a existência de nós mesmos. Caso não houvesse esta ordem, só seríamos explosão constante auto-referencial: tal qual porva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há sempre o mínimo de ordem: a linha do tempo (P.ex), a entropia o tempo psicológico e tudo o mais. Mas ainda esta ordem nos parece como absoluta, mas é para lá de relativa, pelo simples fato de existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E portanto, é uma criação para que se possa pensar e até mesmo ser. Pois bem, antes disso tudo, porém, há o que é incontrolável e sem ordem que é a base de tudo e nisso a realidade. É caos, o insondável, o incontrolável e fora de qualquer lado.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7870100-109207666964496976?l=mazzaropi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default/109207666964496976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default/109207666964496976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mazzaropi.blogspot.com/2004/08/considerando.html' title='Considerando...'/><author><name>Seco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07321229917909000137</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7870100.post-109173050427306945</id><published>2004-08-05T10:51:00.000-07:00</published><updated>2004-08-05T11:50:35.706-07:00</updated><title type='text'>Em frente de um enfermo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O processo pode até ser moroso e doloroso, contudo, é o único meio de se atingir um resultado esperado de acordo com normas pré-estabelecidas. Não tenho por mim que tal assertiva seja duvidosa, sou-me até ao ponto de dizer que é de comprovação lógica, constatação empírica e co-sensação estética (enquanto relativa ao mundo das sensações) o referido enunciado. Começo a partir do processo, pois deixo claro que independente do que se deseja aqui neste início e em qualquer limiar especulativo (pelo menos em um mundo bem pouco vivido e sempre especulado como aquele em que se aceita a si como próprio ente Deus- usei este nome por falta de nomenclatura), o processo é inevitável. Não o processo de Herr Kafka, mas sim o de qualquer um que, como já fora dito, é elemento residual de toda uma eternidade: tem-se o fenômeno. (nos posts seguintes explico cada conceito aqui usado).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não há a cura, acima de tudo, não há a cura; seja ela a de Heidegger ou do sr. (pulcro sr) que não se cansa de pedir: Me dá um raaú. E acho que uma breve estória, minha aliás, de minha infância pode vir a explicar uma parcela de tudo que acima e abaixo foram expelidos para que somente eu entenda.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Por volta das seis horas, com todos os terrenos avistados sobre a mata que nasci, o compasso celestial ainda saía pormenorizado e riscava um fogo sem fim. Como seria, estou sozinho e pensarei bobagens de sorte e imaginações que de nada servem, somente para um menino ato em potência. Não quis sair, tampouco ver os episódios repetidos de qualquer desenho velho. Na minha frente, estremeceu o maior resto de mim que já vi e pude ver. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como fora comum, somente percebi o que era de relance um momento. Ai, ai, e medo me correu até ter-me por de baixo da minha cama esperando um outro eu sair da minha casa. Passei oito dias de baixo da minha cama. Fui controlado por tudo que eu era, tive um transe específico. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No escapulir de tudo me achava e me via como aquele menino que estava em um blogg...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até esquecer me tornei feliz e mais calmo."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para quem não sou eu, quero deixar claro que este blogg não tem o objetivo de se comunicar. Somente digo que o mundo e tudo o que somos depende de sermos deuses, e como podem ver não somos...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Temos a escravidão da memória ordenada que procedimentaliza tudo, e quando nos damos conta de que é bem ilusória tal verdade (processo), já nos perdemos e estamos num círculo sem saída em que somente a estética pode salvar(ausência da cura). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Salvem-se!!!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7870100-109173050427306945?l=mazzaropi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default/109173050427306945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7870100/posts/default/109173050427306945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mazzaropi.blogspot.com/2004/08/em-frente-de-um-enfermo.html' title='Em frente de um enfermo'/><author><name>Seco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07321229917909000137</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
